Santo Antônio de Pádua

Modelo de coerência e caridade

Santo Antônio de Pádua nasceu em 15 de agosto de 1195, de família nobre e rica, recebeu no batismo o nome de Fernando de Bulhões.

Iniciou sua vida religiosa no Mosteiro de São Vicente dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho em Lisboa, mas desejando aprofundar sua vida de oração e estudo da Palavra, solicitou transferência para Coimbra, onde após a chegada das relíquias de cinco mártires franciscanos, mortos em Marrocos, sente em seu coração o desejo de imitá-los ingressando então, na Ordem dos Frades Menores, recebendo o nome de Frei Antônio.

Sua vida foi marcada pela busca da coerência entre vida e pregação, em uma de suas pregações disse: “A palavra é viva quando são as obras que falam. Cessem, portanto, os discursos e falem as obras.”.

Foi um grande pregador, tinha o dom da Palavra e vasto conhecimento das Sagradas Escrituras. Suas pregações e testemunho convertiam muitas pessoas, buscava combater o egoísmo, demonstrava grande compaixão aos pobres e exercia com muita humildade a graça deste dom que Deus o concedera, pregava inspirado pelo Espírito Santo e não pelas suas ideias.

Ao contemplarmos a vida de Santo Antônio, somos convidados a praticar a caridade, o amor a Maria Imaculada, a quem tinha grande devoção, a humildade, obediência e fidelidade aos projetos de Deus.

Peçamos a Deus, por intercessão de Santo Antônio, a graça de nunca nos faltar o pão que alimenta o corpo e principalmente o Pão que alimenta a alma.

Santo Antônio, rogai por nós!

Irmã e Irmão Lilian e Gustavo


Irmã e Irmão Lilian e Gustavo e seus dois filhos
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