A Caverna de Francisco

Formação Permanente

Irmã Iêda (ministra)

Petrópolis, 26 de maio. A nossa fraternidade, Nossa Senhora dos Anjos, seguindo as orientações do Regional, driblou as dificuldades e os obstáculos da realização de reunião remota, e realizou sua formação em encontros com pequenos grupos, liderados por um irmão que fora preparado num treinamento virtual com o nosso assistente espiritual, frei  Ademir, responsável também pela elaboração do material utilizado, que teve  como tema:  A Caverna de São Francisco, reflexão a partir da leitura do capítulo IV, do livro “Legenda dos Três Companheiros”.

A ideia de subgrupos se deu, em função das dificuldades dos irmãos idosos que, com pouca familiaridade com as novas tecnologias, não seria possível a utilização de aplicativo que reunisse a totalidade da fraternidade; sendo assim utilizamos a vídeo chamada do WhatsApp, aplicativo do domínio de todos.

Esses encontros aconteceram no período de 08 a 18 de maio. Esses dias foram de grande alegria, dias de matar saudades, de se formar, firmar no nosso carisma, na nossa espiritualidade, no ser Igreja e no nosso ideal franciscano de vida.

Enfim, vivemos tempos difíceis, mas não podemos parar; temos que usufruir de outras formas que nos permitam continuar nessa caminhada, até voltarmos aos encontros presenciais. Segue abaixo alguns relatos desses encontros, onde tive o privilégio de participar de cada um, com o objetivo de saudar, acolher e confraternizar com os irmãos que estavam distantes.

Irmã Iêda Monteiro da Cruz (ministra)


“… São Francisco intercedendo ao Pai por nós, pela humanidade, que tanto está precisando de luz, sabedoria e muita paciência. Que nos dê a sua paz e que possamos partilhar o seu bem. E que um novo amanhã chegue logo.”

                                                                 Irmã Carmen Fraga, do grupo do irmão Marcos


“… Sozinhos em nossas cavernas, no silêncio do nosso quarto, face a face com o Outro, aprendemos o valor da comunhão, da vida de fraternidade, na medida em que sentimos falta do convívio e, aprendemos o valor e a necessidade de viver nossa solidão, para nos conhecermos melhor e sermos um indivíduo inteiro, sincero, veraz e transparente no caminho que escolhemos.”

                                                              Parte da reflexão do grupo liderado pela irmã Angela

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